DA SÉRIE “TRECHOS” (DE OUTROS AUTORES): FANTASIA, SINTOMA, REPETIÇÃO

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“Enquanto a psicanálise leva em conta o gozo do sintoma, a compulsão à repetição e o sujeito como um ser desejante, ou seja, um sujeito guiado por seus desejos inconscientes, a sociedade toma o sujeito na condição de vítima dos infortúnios que o acomete durante sua vida. Desse modo, encerra a possibilidade de refletir sobre a responsabilidade do sujeito em face à repetição. Mesmo a ideia de escolha não é admitida socialmente, quando se trata de uma escolha inconsciente. Procura-se uma causa exterior para determinados eventos ocorridos na vida de um sujeito, e esquece-se de investigar o que este sujeito faz em relação ao seu sintoma. Desse modo, o sujeito vitimizado encontra-se no âmbito da demanda, pois responsabiliza outrem por determinada adversidade, isentando-se, ele próprio, de qualquer responsabilidade sobre o evento que se repete” (pp. 55-6).


SOBRE ESTE ARTIGO: 

Este trecho foi escrito por Julie Travassos Gallina

Bibliografia 

Gallina, J. T. (2010). Ficção e fixação: a amarração da fantasia à repetição. Dissertação (Mestrado) – Universidade Veiga de Almeida, Mestrado Profissional em Psicanálise, Saúde e Sociedade. Rio de Janeiro. pp.01-114.


SOBRE O AUTOR:

André Bassete do Nascimento. Pescritos psisicólogo. CRP 16/4290. Consultório Particular: Praia do Suá, Vitória, Espírito Santo (ES). Contato: (27) 999617815 (Vivo). Correio Eletrônico: dreebn@gmail.com ou dreebn@yahoo.com.br

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